Escolha uma categoria e descubra quem fez e continua fazendo história no movimento do Rip-Hop.
Do improviso nas ruas ao topo da música brasileira.
O poeta que aprendeu a rimar com a vida.
O poeta que aprendeu a rimar com a vida.
O poeta que aprendeu a rimar com a vida.
O poeta que aprendeu a rimar com a vida.
O poeta que aprendeu a rimar com a vida.
O poeta que aprendeu a rimar com a vida.
O poeta que aprendeu a rimar com a vida.
A batida que carrega histórias, dores e vitórias.
O balanço que nasceu da resistência e virou tradição.
A melodia nascida da dor e da alma do povo negro.
Estação São Bento do Metrô:
Nos anos 80, o Largo São Bento foi o ponto de encontro onde o Hip Hop brasileiro ganhou forma. Ali, dançarinos de break (como os Backspin), grafiteiros e rappers se reuniam para trocar experiências e realizar os primeiros duelos.
Galeria do Reggae (Rua 24 de Maio):
Localizada no centro, é um símbolo da estética e música negra, reunindo lojas de discos, salões de tranças e moda urbana.
Museu Afro Brasil (Parque Ibirapuera):
Um dos museus mais importantes do mundo sobre a diáspora africana, com um acervo gigantesco sobre história, arte e cultura negra.
Aparelha Luzia: Um quilombo urbano e centro cultural fundamental para a militância e arte negra contemporânea em SP.
Cais do Valongo:
Sítio arqueológico que foi o principal porto de desembarque de africanos escravizados. É um local de memória sensível e reconhecimento da ancestralidade.
Pedra do Sal (Saúde):
Considerada o berço do Samba carioca. Historicamente, era um ponto de resistência e encontro de estivadores e sambistas como Tia Ciata e Pixinguinha.
Viaduto de Madureira:
O coração do Baile Charme. É o maior ponto de resistência da cultura black e charme no Rio, onde a música e a dança celebram a identidade negra semanalmente.
Largo do Pelourinho:
Além de ser o centro histórico, é onde estão as sedes de blocos afros icônicos como o Olodum. Suas ruas foram palco para a gravação de "They Don't Care About Us" de Michael Jackson, elevando a cultura afro-baiana ao mundo.
Construída por e para pessoas negras durante a escravidão, ainda hoje realiza missas que misturam ritos católicos com tradições africanas (atabaques e cantos).